Hambúrguer vegetariano

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A dieta vegetariana pode ser muito saborosa e rica em nutrientes. O hambúrguer feito com berinjela, nozes e especiarias surpreende pelo ótimo sabor e textura.

Vamos à receita!

INGREDIENTES:

 3 beringelas grandes
2 ovos
10 gramas de gengibre picado
1 dente de alho
1/2 colher (sopa) de cominho
6 colheres (sopa) de farinha de rosca (substitua por farinha de arroz ou de aveia, se quiser um preparo sem glúten)
Nozes picadas
Sal e pimenta
Azeite de oliva
Salsa picada
MODO DE PREPARO:
Corte a berinjela ao meio e cozinhe no vapor até que os dois lados fiquem macios.
Refogue o dente de alho cortado com o gengibre ralado e algumas gosta de azeite.
Em seguida, retire a casca da berinjela e a tempere a polpa com sal, cominho, pimenta e o alho refogado com gengibre e as nozes picadas.
Deixe o preparo repousar por algumas horas, para o sabor ficar mais forte.
Feito isso, adicione farinha de rosca (ou de arroz/aveia) e o ovo. Misture bem.
Forme os hambúrgueres com as mãos.
Frite em uma panela com algumas gotas de azeite de oliva e sirva com purê de batatas, arroz, pão ou com uma salada.
A berinjela é um vegetal  rico em água e pobre em calorias. Alem disso é rico em ferro, magnésio e fibras, ajuda a manter os níveis de açúcar baixos no sangue, auxilia na eliminação das toxinas do corpo, tem vitamina C e K (aumenta a imunidade), atua no combate a anemia, além de estimular o metabolismo, graças as antocianinas (antioxidantes).
Experimente novos sabores e surpreenda-se com a culinária vegetariana!

 

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Pós-férias: da euforia à tristeza- lidando com o efeito rebote

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As férias foram incríveis! Você descansou, divertiu-se muito, conviveu com seus amigos e familiares, colocou o sono e a leitura em dia! Momentos assim nos reabastecem de energia e nos dão forças para  voltar ao trabalho, aos estudos ou à solidão de nossas tarefas.

Algumas pessoas reagem muito bem a mudanças na rotina. Hoje estão na praia, amanhã estão de volta ao trabalho, aos estudos, ao cotidiano. E voltam melhores, mais felizes e energizadas.

Mas há também quem sofra com o chamado ‘efeito rebote’. E isso é mais comum do que se imagina. Após um  período de extrema euforia, alegria e prazer, podemos entrar num processo de abstinência, semelhante ao efeito das drogas, que afetam o mecanismo cerebral de prazer e recompensa.

Quando passamos por um longo período de privação de algo, seja descanso, prazer, ou repouso, nosso corpo se adapta a estas circunstâncias. Toda nossa fisiologia estabiliza-se para vivermos nossa realidade, seja ela qual for.

Quando saímos da nossa rotina e experimentamos momentos de relaxamento e prazer intensos, ocorre uma “revolução” na nossa química cerebral. A produção de hormônios altera-se, dentre muitas outras transformações, que ocorrem em cascata. Sentimo-nos plenos e felizes.

Até o momento em que, subitamente, isso tudo é “arrancado” de nós. As férias acabam, o amor vai embora, os familiares voltam para suas cidades. E caímos, sem período de adaptação, de volta em nosso dia-a-dia. Então, ficamos depressivos e cansados, sem energia e melancólicos. Alguns também apresentam alterações no apetite, sonolência excessiva ou insônia, dentre outros sintomas desagradáveis.

Nesses momentos, o melhor a fazer é realmente mergulhar na rotina, focando no momento presente. Como numa meditação, se prestarmos atenção apenas no agora, não há nostalgia que permaneça!

Outra ação importante é proporcionar a si mesmo momentos de relaxamento e prazer. Exercícios físicos são essenciais, também nesse período, pela liberação das substâncias de bem-estar que proporciona.

Dedicar-se a um hobby, cozinhar algo especial, cuidar do seu jardim, dar-se de presente uma massagem ou dedicar parte do seu tempo para cuidados com seu corpo e mente, são atitudes que ajudarão muito nesse período de transição.

E por fim, não se preocupe! Aos poucos o equilíbrio instala-se novamente, colocando em ordem nossos hormônios e emoções. E então segue o tempo, até que nos altos e baixos da vida  estejamos, de novo, em nossos melhores dias!

Feliz 2016, feliz vida, feliz você!

 

 

 

Amor e ego

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No início de muitos relacionamentos chamados românticos, a interpretação de papéis é bastante comum no sentido de atrair e manter a pessoa que é percebida pelo ego como aquela que fará o indivíduo feliz, especial e satisfará todas as suas necessidades.

“Eu interpreto quem você quer que eu seja, enquanto você representa quem eu desejo que você seja.” Esse é um acordo implícito e inconsciente. No entanto, a interpretação de papéis é um trabalho árduo que as pessoas não conseguem sustentar por um tempo indefinido, sobretudo depois que começam a viver juntas.

O que vemos quando esses papéis se acabam? Na maioria dos casos, ainda não a verdadeira essência do ser, mas aquilo que a encobre: o ego em estado natural, despido dos seus disfarces, com os sofrimentos que traz do passado e seu querer insatisfeito, que agora se transforma em raiva, provavelmente direcionada ao parceiro ou à parceira por ter deixado de remover o medo subjacente e o sentimento de insatisfação que é uma parte intrínseca da percepção egóica do eu.

Na maior parte das vezes, aquilo que costumamos chamar de “apaixonar-se” é uma intensificação do desejo e da necessidade do ego. Ficamos viciados na outra pessoa ou na sua imagem. Isso não tem nada a ver com o verdadeiro amor, que implica não querer nada.

A língua espanhola é a mais honesta com relação às noções convencionais do amor: te quiero significa tanto “quero você” quanto “te amo”. A expressão “te amo”, que não tem essa ambigüidade, dificilmente é usada – talvez porque o verdadeiro amor seja de fato muito raro.