Pós-férias: da euforia à tristeza- lidando com o efeito rebote

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As férias foram incríveis! Você descansou, divertiu-se muito, conviveu com seus amigos e familiares, colocou o sono e a leitura em dia! Momentos assim nos reabastecem de energia e nos dão forças para  voltar ao trabalho, aos estudos ou à solidão de nossas tarefas.

Algumas pessoas reagem muito bem a mudanças na rotina. Hoje estão na praia, amanhã estão de volta ao trabalho, aos estudos, ao cotidiano. E voltam melhores, mais felizes e energizadas.

Mas há também quem sofra com o chamado ‘efeito rebote’. E isso é mais comum do que se imagina. Após um  período de extrema euforia, alegria e prazer, podemos entrar num processo de abstinência, semelhante ao efeito das drogas, que afetam o mecanismo cerebral de prazer e recompensa.

Quando passamos por um longo período de privação de algo, seja descanso, prazer, ou repouso, nosso corpo se adapta a estas circunstâncias. Toda nossa fisiologia estabiliza-se para vivermos nossa realidade, seja ela qual for.

Quando saímos da nossa rotina e experimentamos momentos de relaxamento e prazer intensos, ocorre uma “revolução” na nossa química cerebral. A produção de hormônios altera-se, dentre muitas outras transformações, que ocorrem em cascata. Sentimo-nos plenos e felizes.

Até o momento em que, subitamente, isso tudo é “arrancado” de nós. As férias acabam, o amor vai embora, os familiares voltam para suas cidades. E caímos, sem período de adaptação, de volta em nosso dia-a-dia. Então, ficamos depressivos e cansados, sem energia e melancólicos. Alguns também apresentam alterações no apetite, sonolência excessiva ou insônia, dentre outros sintomas desagradáveis.

Nesses momentos, o melhor a fazer é realmente mergulhar na rotina, focando no momento presente. Como numa meditação, se prestarmos atenção apenas no agora, não há nostalgia que permaneça!

Outra ação importante é proporcionar a si mesmo momentos de relaxamento e prazer. Exercícios físicos são essenciais, também nesse período, pela liberação das substâncias de bem-estar que proporciona.

Dedicar-se a um hobby, cozinhar algo especial, cuidar do seu jardim, dar-se de presente uma massagem ou dedicar parte do seu tempo para cuidados com seu corpo e mente, são atitudes que ajudarão muito nesse período de transição.

E por fim, não se preocupe! Aos poucos o equilíbrio instala-se novamente, colocando em ordem nossos hormônios e emoções. E então segue o tempo, até que nos altos e baixos da vida  estejamos, de novo, em nossos melhores dias!

Feliz 2016, feliz vida, feliz você!

 

 

 

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