Se eu fosse você me apaixonava

foto blog

 

Eu não sou uma pessoa intensa o tempo todo. Acho que isso não conta pontos a meu favor, não é mesmo?

Não sou de extremos, não simpatizo com frases prontas sobre tudo ou sobre nada. Não sei me jogar de cabeça na primeira oportunidade, no primeiro amor, no primeiro momento. A sensação que tenho é que costumo flutuar acima das emoções, mais observando do que sentindo. Acho que isso é o resultado de algo que busco todos os dias, há anos: serenidade.

Já vivi tantas coisas, que penso que foram  várias vidas em uma só. Só que nesse processo, navegando em mares revoltos, acabei me apaixonando.

Me apaixonei por uma menina pequena, loira com sardas, que toca piano e dança sozinha. Que ergue as mãos para o céu para absorver a energia das estrelas e a luz da lua. Que se ajoelha na frente do nada para pedir aos anjos proteção e a Deus consolo. Que ama pessoas que nem conhece, porque reconhece-se nelas, nas suas lutas, nas suas dores, nos seus sonhos. Se não sou amada como mereço, eu me apaixono por mim mesma.

Eu tenho compaixão por mim, muita. Eu me perdôo, eu me cuido, eu me aconselho, eu me apoio. Eu me dou descanso, paz, tranquilidade. Eu tenho um profundo respeito por mim e pela pessoa que sou. Eu amo em mim tudo aquilo que ninguém mais vê. E isso me preenche de amor, de quase todo o amor que preciso.

Eu recomendo fortemente que se apaixone por você mesmo. Depois disso, estará preparado para o próximo degrau, que é amar alguém. Penso que amar uma pessoa é a experiência mais enriquecedora na vida de um ser humano.

Independentemente do desfecho de uma história romântica, ninguém sai da vida de alguém da mesma forma que entrou. Ninguém permanece na vida de alguém sendo o mesmo que sempre foi. Isso é uma benção ou uma maldição, dependendo de quem você permite que entre na sua vida, no seu coração, no seu corpo.

Escolher com quem nos relacionamos é uma grande responsabilidade. Amor não se escolhe? Escolhe-se sim, sempre. Atraímos exatamente aquilo que somos e não o que queremos. É assim que funciona: nos sentimos atraídos por quem se parece conosco, seja no que temos de bom ou de ruim. Daí a necessidade vital de nos amarmos primeiro.

Não escrevo autoajuda amorosa, não teria competência alguma para fazê-lo. Só escrevo para que você que me lê saiba que eu te amo.

Te amo, quem quer que você seja, porque conheço suas dores, pode apostar. Sei que se supera a cada dia, sei que seu sorriso às vezes esconde tanta dor que você seria capaz de gritar, se pudesse. Sei que quer ser feliz e amado, como eu quero. Sei que pensa não existir ninguém no mundo que te entenda. Mas eu te entendo, te respeito e te amo, porque eu sei que todos somos um só.

Manter-se sereno e amoroso é possível. Se você nunca navegou em mares calmos quando o assunto é amor deveria experimentar, começando pelo amor próprio.

Há quem tenha um coração tão grande, que mesmo ferido pelas circunstâncias da vida, não deixa de amar e isso me comove. Quem tem um coração assim, nesse mundo corrompido é gente de coragem.

(Retiro agora o que eu disse antes. Sou sim,  intensa o tempo todo)

Luciane.

 

 

 

 

Anúncios

A saúde na medicina integrativa

 medicina-integrativa 2

Saúde é quando não apenas os órgãos físicos funcionam adequadamente, como todos os nossos outros corpos funcionam adequadamente. Em termos específicos, a própria saúde física não é apenas definida pelo funcionamento adequado dos órgãos físicos, como também pelo funcionamento adequado dos campos morfogenéticos correlacionados e do corpo mental correlacionado que fornece significado às experiências físicas e vitais, todos em sincronia.

É necessário compreender que a doença ocorre não só em virtude de fatores genéticos (defeitos genéticos) e ambientais (mudanças climáticas, bactérias e vírus), como de experiências internas e do ambiente interno, criado pela memória dessas experiências. A memória de experiências passadas também cria padrões de condicionamento (Mitchell e Goswami, 1992) pelos quais tendemos a perder a liberdade de escolher possibilidades saudáveis. Desse modo, a doença pode ocorrer no nível do corpo vital (doenças do corpo vital), no nível da mente (doenças do corpo mental) e até no nível dos corpos supramental e sublime.

 Consequentemente, há cinco níveis de doença correspondendo aos cinco corpos na consciência. A doença num nível superior infiltra-se pelos níveis inferiores. Desse modo, um significado mental errôneo pode causar bloqueios na energia vital que, por sua vez, podem afetar o funcionamento do corpo físico. Portanto, faz sentido dizer que a verdadeira cura de uma doença precisa envolver o nível no qual a doença se iniciou. Ou seja, há cinco níveis de cura correspondentes a cada um dos cinco níveis de doença.

O ativista quântico reconhece, desde o princípio, que a medicina integrativa baseada na física quântica é fundamentalmente otimista. Se o mundo consiste em possibilidades e não em eventos determinados, então é possível escolher a saúde e não a doença. Nem a doença, nem a cura, precisam ser totalmente objetivas. As experiências subjetivas e nossas atitudes diante delas têm seu papel. Usando a criatividade, o ativista quântico aprende a mudar a atitude que leva da doença à saúde e da saúde normal à saúde positiva.

 Uma falha da biologia materialista e da medicina alopática é que ambas são incapazes de incorporar adequadamente um aspecto importante dos organismos biológicos: a heterogeneidade. Na biologia convencional, baseada no determinismo genético, todas as diferenças individuais são de origem genética. Na medicina do corpo vital e do corpo mental, as diferenças individuais também surgem das diferenças na individualização do corpo vital.

 Mencionei antes que nossos órgãos físicos são representações de anteprojetos do campo morfogenético vital das funções biológicas. A forma como usamos os campos morfogenéticos em nosso período de formação e desenvolvimento fornece-nos os tipos de corpo.

 Na Medicina Chinesa Tradicional, reconhecem-se dois tipos de corpo. O tipo yin ocorre quando o condicionamento é o princípio operacional para o uso dos campos morfogenéticos. O tipo yang ocorre quando os campos morfogenéticos são usados criativamente para atender aos desafios das mudanças ambientais durante o desenvolvimento.

 Na Ayurveda, distinguem-se dois tipos de criatividade: a situacional, na qual a criatividade é usada apenas como combinação e permuta de contextos arquetípicos já conhecidos; e a fundamental, na qual a criatividade é usada com um salto quântico descontínuo para explorar significados de maneira totalmente nova, num novo contexto arquetípico.

A Ayurveda reconhece um tipo tríplice de corpo chamado doshas. O primeiro deles é kapha, que corresponde ao modo do condicionamento; o segundo, vata, corresponde à criatividade situacional; finalmente, o terceiro, pitta, corresponde à criatividade fundamental. Essa tipologia também caracteriza como o significado mental é mapeado no cérebro durante nossa época de formação; noutras palavras, temos doshas tríplices cérebro-mentais (Goswami, 2004). O excesso de condicionamento resulta no dosha cerebral da lentidão mental. O excesso de criatividade situacional resulta no dosha cerebral da hiperatividade (como no Transtorno do Déficit de Atenção). Finalmente, o excesso de criatividade fundamental leva ao dosha cerebral do intelectualismo.

Na verdade, geralmente temos uma mescla de todos os doshas físico-vitais e cérebro-mentais. A mescla de determinada pessoa é chamada na Ayurveda de “prokriti” dessa pessoa – sua natureza ayurvédica.

 A manutenção da saúde  começa pelo conhecimento do tipo de prokriti de seu corpo. Isso pode exigir a ajuda de médicos especializados. Os detalhes sobre o uso desse conhecimento para manutenção da saúde podem ser encontrados em livros sobre Ayurveda e Medicina Chinesa Tradicional e em Goswami, 2004.

(Amit Goswami)

A comunicação cérebro-cérebro

image

Pesquisas comprovam que a comunicação direta entre cérebros humanos é possível. Duas pessoas podem se comunicar, repassando seus pensamentos uma para outra, através de grandes distâncias físicas, como mostram os mais recentes estudos da neurociência.

O pesquisador e professor da Escola de Medicina de Harvard (EUA), Alvaro Pascual-Leone, junto com Giulio Ruffini e Carles Grau, realizaram um experimento onde, sem utilizar a fala nem a escrita, estabeleceu-se a comunicação de cérebro para cérebro entre sujeitos localizados a cerca de 8.000 Km de distância um do outro.

Os cientistas lideraram uma equipe de pesquisadores da Starlab Barcelona, na Espanha; enquanto Michel Berg  liderou a equipe da Axilium Robotics em Estrasburgo, na França. Em um equivalente neurocientífico de mensagens instantâneas, conseguiram transmitir com sucesso as palavras “hola” e “ciao”, de um local da Índia para um local na França.

A transmissão foi mediada por um computador, usando-se um eletroencefalograma (EEG) ligado a internet e estimulação magnética transcraniana (EMTc), assistida roboticamente e guiada por imagem.

Já eram conhecidos estudos baseados na interação cérebro-máquina, através das pesquisas de Miguel Nicolelis e John Chaplin. Eles construíram o que chamaram de interface cérebro-máquina, demonstrando que animais ou humanos poderiam mover dispositivos, não importando a distância que estes estivessem de seus corpos, apenas imaginando o que desejavam fazer. O resultado foi demonstrado por Juliano Pinto que, estando paraplégico, entregou o ponta pé inicial na Copa do Mundo de 2014, no Brasil, usando um exoesqueleto.

Os estudos avançam e pesquisadores da Universidade de Washington estão explorando o que chamam de “tutoria cerebral”, ou seja, a possibilidade de uma pessoa saudável transferir sinais diretamente de seu cérebro para pessoas deficientes ou impactadas por fatores externos, como um AVC (acidente vascular cerebral).

 Os cientistas trabalham também na transmissão de estados cerebrais, como o envio de sinais de um aluno focado para outro com déficit de atenção e hiperatividade (TDA/H), bem como na possibilidade de um professor transferir conhecimento para um aluno por esse mecanismo cérebro-cérebro.

 O assunto é fascinante e as possibilidades são infinitas. A conexão mental e energética  é um fenômeno real, que finalmente a ciência vem conseguindo comprovar. O cérebro humano,  como disse certa vez Nicolelis, é um universo incrível que temos entre nossas orelhas, só  comparável ao Universo que temos sobre a nossa cabeça.

(Luciane Ferreira)

Percebendo a realidade: escolha o lado bom da vida

felicidade-prioridade

Fernando Pessoa, em O Livro do Desassossego, diz que “a vida é o que fazemos dela. As viagens são os viajantes. O que vemos, não é o que vemos, senão o que somos”. 

O filósofo grego Epiteto disse, há mais de 2.000 anos, que “as pessoas ficam perturbadas, não pelas coisas que acontecem com elas, mas pelos princípios e opiniões que elas formam sobre aquelas coisas. Quando estamos inviabilizados, perturbados ou tristes, não devemos responsabilizar os outros, mas a nós mesmos; isto é, aos nossos próprios princípios e opiniões”.

A ciência comportamental moderna concorda! O psicólogo americano Albert Ellis, famoso por desenvolver a terapia de comportamento racional emotiva, explicou que o modo “como” as pessoas reagem aos eventos é determinado em grande parte pela sua visão dos acontecimentos e não pelos próprios acontecimentos.

Mude sua percepção, crença ou opinião sobre os fatos. Podemos escolher o lado bom da vida. Podemos focar nossa atenção nas qualidades, nas possibilidades, na esperança, no amor.

É possível perceber, a todo momento, o lado bom das coisas e das pessoas, porque sempre tem. Boas crenças e bons sentimentos, geram mudanças de atitudes, que afetam profundamente nossa saúde e bem estar físico, mental e social.

A busca pelo autoconhecimento, pelo desenvolvimento e evolução pessoal é fundamental na construção de uma visão positiva da vida. Afinal, nós costumamos enxergar o mundo não como ele é, mas sim como nós somos.

(Luciane Ferreira)

Pense com o coração: o poder criativo do sentimento

imageSêneca, filósofo, poeta e advogado do Império Romano, dedicou-se a observar as questões existenciais que buscavam a consolação diante da dor. É dele a célebre frase “É parte da cura o desejo de ser curado”. Desde a antiguidade é conhecido o poder do pensamento sobre a realidade humana.

Então, o que nos limita? O que faz com que alguns alcancem uma vida plena, enquanto outros permanecem à margem do que poderiam ser? Diferenças sociais, financeiras, culturais? Imposição genética? A ciência tem conseguido provar que o que nos diferencia, de fato, são nossas crenças, como pensava Sêneca.

Nosso corpo tem a capacidade de reparar qualquer parte para a qual nossa atenção esteja focada. No entanto, fomos programados com a crença de que somos vítimas da hereditariedade. De fato, não podemos mudar nosso DNA, mas podemos alterar sua “leitura”, através do ambiente em que vivemos e da nossa percepção sobre ele.

Os genes apresentam padrões e é possível criar mais de trinta mil variações, a partir de um único gene. Este é o campo de estudos da Epigenética, ciência que estuda o papel do ambiente,  no controle sobre nossa fisiologia e nossos genes.

É amplamente estudado e conhecido o Efeito Placebo. No mínimo um terço de toda a cura medicinal é conquistada através do que a mente do paciente determina. No outro extremo, o Efeito Nocebo mostra que uma crença negativa pode fazer com que adoeçamos, tanto quanto uma crença positiva pode nos curar. A função da mente é criar coerência entre o que acreditamos e a realidade vivenciada.

Todo esse raciocínio remete-nos, claramente, ao pensamento de Henry Ford, “Quer você acredite que pode, ou que não pode, você está certo de qualquer maneira”. Por que então, na maioria das vezes, pensar positivo, simplesmente não funciona?  Porque não basta pensar, nem mesmo querer. É preciso sentir!

O campo vibratório do coração é cerca de 5.000 (cinco mil!) vezes maior que o do cérebro. Descobertas recentes da Neurociência mostram que existe uma via de mão dupla cérebro/coração – coração/cérebro. Sentimento e pensamento comunicam-se. Isso acontece através de neurônios, presentes no sistema de condução elétrica cardíaco. Trata-se de um “pequeno cérebro” dentro do coração!

Resumidamente, o coração (sentimentos), comunica-se com o cérebro (pensamentos), que determinará nossas crenças e nossa percepção da realidade. Aquilo em que acreditamos, construirá o que seremos, seja através de nossas atitudes, seja pela mudança fisiológica da nossa expressão gênica.

Quando nossos sentimentos estão coerentes com nossos pensamentos, nossas crenças tornam-se o foco de nossa atenção e ação. Criamos, assim, nosso estado de saúde e nossa realidade como um todo.

Como é possível, então, adquirir um estado de Coerência Cardíaca, onde exista equilíbrio entre sentimento (coração) e pensamento (cérebro/crenças)?

A meditação é uma poderosa ferramenta neste processo. Ela possibilita um aquietamento da mente, propiciando a lentificação das ondas cerebrais, enquanto acalma os batimentos cardíacos, estabelecendo um estado coerente entre cérebro e coração. O controle ativo de nossa respiração facilita esse processo.

Quando adquirimos um estado de harmonia entre o que pensamos e sentimos, quando as ondas cerebrais se acalmam e os batimentos cardíacos também, mantendo um estado normal de variabilidade, podemos afirmar que atingimos um estado de Coerência Cardíaca. 

Nosso coração é mais do que uma estação de bombeamento do corpo. É, verdadeiramente, um orgão de inteligência! Ele apresenta uma rede neural,  de mesma natureza daquela que compõe o sistema cerebral.

Este orgão tão nobre é a fonte de maior força eletromagnética do nosso corpo. A leitura do espectro de frequência do coração pode ser mensurada a partir de três metros de distância do corpo, o que mostra que seus sinais eletromagnéticos são muito mais fortes do que as ondas cerebrais.

Guie-se pelos seus sentimentos! Mas conheça os pensamentos que dão significado a eles. Viva, pense, sinta e aja corretamente, para que exista equilíbrio entre razão e emoção.

Temos a teoria que sustenta a prática. Vamos abandonar nossos condicionamentos enfraquecedores e escolher sermos saudáveis! A vontade, a motivação e a intenção, quando realizados em um estado de Coerência Cardíaca, tornam-se poderosas ferramentas de ação, na construção de uma vida plena.

Escute seu coração! Neste orgão incrível, onde muitas vezes construímos muros ao redor, podemos encontrar força e fé, permitindo que a nossa maior inteligência, a emocional, guie nossas vidas.

(Luciane Ferreira)

Somos pura energia!

12047150_1672481082987116_4337431510111545823_n

A ciência já provou através da física quântica que somos energia e que estamos todos conectados através de nossa vibração.

Durante muito tempo achava-se que a menor partícula de uma célula, o átomo, era feita de matéria. Depois descobriram que na verdade a maior parte de um átomo é vácuo, então se achava que o núcleo, que é muito pequeno, fosse material.

Essa ideia caiu por terra quando através do uso de microscópios eletrônicos muito potentes, verificou-se que o núcleo de um átomo é apenas energia condensada, não é matéria.

Mas se tudo que existe no mundo “material” é feito de um conjunto de células, estas são feitas de átomos e se um átomo de qualquer coisa não é material, então no nível microscópico, nada é material, tudo é vibração, tudo é feito de energia condensada.

Vivemos em um universo de vibração e nossos corpos são feitos a partir da vibração da energia que emanamos constantemente.

(Luciane Ferreira)

O aumento da frequência vibratória do planeta: o dia de 16 horas

image

Todas as formas de vida do planeta Terra são submetidas a um campo magnético que interage com o seu processo metabólico e celular.

Os valores até então considerados normais encontrados nas leituras da dita frequência Shumann, eram entre 7 e 8 ciclos por segundo ou Hertz.

No entanto esses valores aumentaram muito nos últimos anos e atualmente já chegam, na média global, a valores de 11,8 pelas leituras efetuadas pelo professor Greg Braden. Outras fontes falam de valores muito próximos à cifra de 13 Hz, o que nos colocaria em um ponto extremamente crítico de interferência em nosso campo sensorial.

Por conta dessas alterações, Greg Braden assinala que as mudanças na Terra estarão afetando cada vez mais nossos padrões de sono, relacionamentos, a habilidade de regular o sistema imunológico e a percepção do tempo.

Tudo isso pode envolver sintomas como enxaquecas, cansaço, sensações elétricas na coluna, dores no sistema muscular, sinais de gripe e sonhos intensos.

Ele associa uma série de conceitos de ordem esotéricos aos processos geológicos e cosmológicos relacionados ao Ponto Zero. Para Braden, cada ser humano está vivendo um intenso processo de iniciação.

O tempo parecerá acelerar-se à medida que nos aproximarmos do Ponto Zero, em função do aumento da frequência vibratória do planeta: 16 horas agora equivaleriam a um dia inteiro, ou seja, 24 horas.

O Prof. Dr Greg Braden tem livros interessantíssimos sobre este tema, dentre eles o – Awakening to Zero Point (Despertando para o Ponto Zero)