A saúde na medicina integrativa

 medicina-integrativa 2

Saúde é quando não apenas os órgãos físicos funcionam adequadamente, como todos os nossos outros corpos funcionam adequadamente. Em termos específicos, a própria saúde física não é apenas definida pelo funcionamento adequado dos órgãos físicos, como também pelo funcionamento adequado dos campos morfogenéticos correlacionados e do corpo mental correlacionado que fornece significado às experiências físicas e vitais, todos em sincronia.

É necessário compreender que a doença ocorre não só em virtude de fatores genéticos (defeitos genéticos) e ambientais (mudanças climáticas, bactérias e vírus), como de experiências internas e do ambiente interno, criado pela memória dessas experiências. A memória de experiências passadas também cria padrões de condicionamento (Mitchell e Goswami, 1992) pelos quais tendemos a perder a liberdade de escolher possibilidades saudáveis. Desse modo, a doença pode ocorrer no nível do corpo vital (doenças do corpo vital), no nível da mente (doenças do corpo mental) e até no nível dos corpos supramental e sublime.

 Consequentemente, há cinco níveis de doença correspondendo aos cinco corpos na consciência. A doença num nível superior infiltra-se pelos níveis inferiores. Desse modo, um significado mental errôneo pode causar bloqueios na energia vital que, por sua vez, podem afetar o funcionamento do corpo físico. Portanto, faz sentido dizer que a verdadeira cura de uma doença precisa envolver o nível no qual a doença se iniciou. Ou seja, há cinco níveis de cura correspondentes a cada um dos cinco níveis de doença.

O ativista quântico reconhece, desde o princípio, que a medicina integrativa baseada na física quântica é fundamentalmente otimista. Se o mundo consiste em possibilidades e não em eventos determinados, então é possível escolher a saúde e não a doença. Nem a doença, nem a cura, precisam ser totalmente objetivas. As experiências subjetivas e nossas atitudes diante delas têm seu papel. Usando a criatividade, o ativista quântico aprende a mudar a atitude que leva da doença à saúde e da saúde normal à saúde positiva.

 Uma falha da biologia materialista e da medicina alopática é que ambas são incapazes de incorporar adequadamente um aspecto importante dos organismos biológicos: a heterogeneidade. Na biologia convencional, baseada no determinismo genético, todas as diferenças individuais são de origem genética. Na medicina do corpo vital e do corpo mental, as diferenças individuais também surgem das diferenças na individualização do corpo vital.

 Mencionei antes que nossos órgãos físicos são representações de anteprojetos do campo morfogenético vital das funções biológicas. A forma como usamos os campos morfogenéticos em nosso período de formação e desenvolvimento fornece-nos os tipos de corpo.

 Na Medicina Chinesa Tradicional, reconhecem-se dois tipos de corpo. O tipo yin ocorre quando o condicionamento é o princípio operacional para o uso dos campos morfogenéticos. O tipo yang ocorre quando os campos morfogenéticos são usados criativamente para atender aos desafios das mudanças ambientais durante o desenvolvimento.

 Na Ayurveda, distinguem-se dois tipos de criatividade: a situacional, na qual a criatividade é usada apenas como combinação e permuta de contextos arquetípicos já conhecidos; e a fundamental, na qual a criatividade é usada com um salto quântico descontínuo para explorar significados de maneira totalmente nova, num novo contexto arquetípico.

A Ayurveda reconhece um tipo tríplice de corpo chamado doshas. O primeiro deles é kapha, que corresponde ao modo do condicionamento; o segundo, vata, corresponde à criatividade situacional; finalmente, o terceiro, pitta, corresponde à criatividade fundamental. Essa tipologia também caracteriza como o significado mental é mapeado no cérebro durante nossa época de formação; noutras palavras, temos doshas tríplices cérebro-mentais (Goswami, 2004). O excesso de condicionamento resulta no dosha cerebral da lentidão mental. O excesso de criatividade situacional resulta no dosha cerebral da hiperatividade (como no Transtorno do Déficit de Atenção). Finalmente, o excesso de criatividade fundamental leva ao dosha cerebral do intelectualismo.

Na verdade, geralmente temos uma mescla de todos os doshas físico-vitais e cérebro-mentais. A mescla de determinada pessoa é chamada na Ayurveda de “prokriti” dessa pessoa – sua natureza ayurvédica.

 A manutenção da saúde  começa pelo conhecimento do tipo de prokriti de seu corpo. Isso pode exigir a ajuda de médicos especializados. Os detalhes sobre o uso desse conhecimento para manutenção da saúde podem ser encontrados em livros sobre Ayurveda e Medicina Chinesa Tradicional e em Goswami, 2004.

(Amit Goswami)

Anúncios

Intestino: o “segundo cérebro”

image

Você sabia que, para alguns fisiologistas, o centro regulador do nosso corpo não é o cérebro? Para você seria blasfêmia se eu dissesse que o centro de comando do nosso corpo está localizado no abdômen?

Esse órgão é tão importante que chega a ser chamado de segundo cérebro. Sabe de quem estou falando? Isso mesmo, a majestade… o Senhor Intestino!!!

O sistema gastrointestinal é o mais suscetível às emoções. Sabe aquele frio na barriga ao encarar o desconhecido? E as borboletas no estômago quando você se depara com a sua paixão? Sustos lhe dão enjoo? Essas sensações existem por um motivo, a enorme quantidade de transmissores presente no intestino estabelece uma ligação direta com o cérebro. Isso explica porque uma crise de nervosismo pode segurá-lo no banheiro.

O intestino desempenha um papel importantíssimo em nossa saúde. Seu controle vai além dos limites gastrointestinais, atingindo não só a saúde física como também a mental. A relação do intestino com o desempenho cerebral e imunológico é direta, podendo desencadear doenças metabólicas (alergias, obesidade e diabetes) e neurológicas (como a esclerose múltipla e o mal de Parkinson).

O intestino possui cerca de 100 milhões de neurônios! Além disso, neurotransmissores e hormônios associados ao encéfalo são produzidos no intestino. 98% da serotonina (corresponsável pela memória e pelo humor) vem do intestino.

Se suas funções intestinais não vão bem, você logo sente o impacto no bem-estar físico, mental e emocional. A recíproca também é verdadeira: quando o balanço químico cerebral está desregulado, as vísceras sofrem a consequência.

Na prática, a relação comprova que problemas intestinais podem ser causados por ansiedade, estresse ou depressão. 50% dos distúrbios intestinais têm causa emocional. No caso dos portadores da Síndrome do Intestino Irritável, 90% apresentam problemas emocionais.

Uma pesquisa da Universidade de Boston, mostrou que os portadores da Síndrome do Intestino Irritável tinham 40% mais chances de manifestar depressão e, quando medicadas para tratar a enfermidade física, constataram melhora no estado mental.

O intestino contém mais de 70% das células de defesa do corpo, 500 espécies de bactérias e 100 trilhões de micro-organismos. Esse exército compõe a chamada microbiota intestinal (conhecida como flora intestinal), que auxilia no desenvolvimento de tecidos, na extração de nutrientes dos alimentos e na produção de células de defesa. No entanto, ela não evoluiu a ponto de resistir aos maus hábitos à mesa. Alimentos processados podem alterar a microbiota, abrindo espaço para bactérias nocivas se instalarem e causarem estrago.

Antibióticos, estresse e álcool também matam as bactérias do bem. Prevenir o estrago não é tarefa do outro mundo. Troque a “fast food” por fibras (elas alimentam as bactérias benéficas ao organismo), converse com seu nutricionista sobre alimentos probióticos, pratique exercícios (que fazem o intestino trabalhar de forma mais eficiente) e invista em atividades que reduzem o estresse e promovem equilíbrio.

A ciência comprova o que você instintivamente já sabia: é preciso estar com a cabeça no lugar para preservar suas vísceras.

(Fonte: Endócrino News)

A Microfisioterapia

11209637_1620289084872983_8505880649811237293_n

A Microfisioterapia é uma técnica de terapia manual que consiste em identificar a causa primária de uma doença ou sintoma e estimular a auto-cura do organismo, para que o corpo reconheça o agressor (antígeno) e inicie o processo de eliminação.

Essa agressão primária deixou traços (cicatrizes) que atrapalham o funcionamento das células. Esses traços ficaram guardados na memória do tecido, por uma deficiência do sistema imulógico que não conseguiu eliminar o agressor.

Desenvolvida na França em 1983 pelos fisioterapeutas e osteopatas Daniel Grosjean e Patrice Benini, seu embasamento teórico iniciou pelos estudos da embriologia, filogênese e ontogênese.

Com essas informações desenvolveram mapas corporais específicos (similares aos meridianos de Medicina Oriental) além de gestos manuais suaves, que permitem identificar a causa primária de uma doença ou disfunção e promover o equilíbrio e manutenção da saúde.

Após ter exposto as razões da consulta, o paciente, ainda vestido, se deita sobre uma maca. O fisioterapeuta vai primeiro localizar e identificar as cicatrizes que obstruem o corpo controlando os ritmos vitais. Ao detectar uma perturbação, ele vai usar palpações sutis para re-informar o organismo da presença desta cicatriz.

Assim o corpo vai reencontrar a memória do choque, concentrando-se nela para que seja eliminada definitivamente. O paciente permanece deitado durante toda a sessão e recebe as informações dos bloqueios encontrados. Já nesse momento o corpo pode iniciar o processo de reconhecimento e eliminação do agressor. Muitas vezes o paciente pode sentir cansaço e sonolência, que são percebidos antes que a sessão acabe.  (microfisioterapia . org)

| Dra Luciane Ferreira

Fisioterapeuta (Crefito 8/49151-F)

Microfisioterapia: o tratamento além da dor

11204886_1620589031509655_8353959806765510459_n

Memórias traumáticas que causam dor não estão necessariamente no mesmo local do sintoma. O corpo é uma máquina complexa, com reações em cadeia que podem fazer-se a longas distâncias.

É por isso que, na Microfisioterapia, o tratamento não é localizado unicamente sobre uma região, mas sobre o conjunto do organismo.

O Fisioterapeuta considera o corpo na sua globalidade. Assim, dores lombares podem ter como origem as glândulas paratireóides situadas na base do pescoço, onde estas podem enviar uma mensagem química “errada”, que provoca espasmos dos músculos da coluna a nível lombar.

Por um diagnóstico micropalpatório compêndio, o Fisioterapeuta poderá localizar e identificar a memória traumática que causa hoje a dor.

Ajudando o corpo a eliminar esta cicatriz, consegue-se não somente o alívio dos sintomas. mas também permite que o corpo a elimine os riscos de recidivas, evitando que essa memória desloque-se ou, ainda, que ocasione uma futura degeneração.

Comprove os benefícios da Microfisioterapia. Agende uma consulta agora mesmo.

| Dra Luciane Ferreira

Fisioterapeuta (Crefito 8/49151-F)

Feridas na Infância , Cicatrizes na Maturidade

11401477_1631504633751428_4321454316572011421_n

O mais singular da infância é que, por menor que sejamos, não precisamos compreender uma situação para sentir o seu impacto, para sofrer a dor, o desconcerto e o medo. A idade não nos poupa do sofrimento.
Uma vez crescidos, a razão já nos dá capacidade para entender tudo o que aconteceu no passado, as feridas já afetaram o nosso coração e cravaram a lembrança em nossa mente.

Sofrer maus tratos, crescer sem a presença do nosso pai ou de nossa mãe, perder alguém, viver em um lar desestruturado… são realidades que ferem a nossa infância, instalando-se, às vezes, em nosso interior em forma de traumas.

Isso ocorre até o ponto de nos vestirmos com a armadura da desconfiança, impedindo que possamos nos abrir a outras pessoas para construir relações duradouras, tingindo a nossa felicidade com o eco daqueles dias de infância onde não pudemos estabelecer uns vínculos de sincero carinho e segurança pessoal.

Um passado difícil não deve nos impedir de alcançar um presente pleno, a felicidade não exige penitência e todos nós podemos e devemos saber gerenciar nossa vida para vivê-la de modo ótimo e com maturidade. Daí o termo resiliência, que não é outra coisa que essa importante virtude da qual dispomos para seguir projetando nosso futuro, apesar das condições desestabilizadoras, das dificuldades e dos traumas.

Mas como fazer isso? Como enfrentar tudo o que aconteceu? Como deixar de lado todas essas cicatrizes da nossa infância que somente nós vemos?
1. Desenvolver um conceito saudável de si próprio
Não se sinta responsável pelo ocorrido no passado, busque o perdão na medida do possível, e também a aceitação do que passou. É sempre complicado, mas é um processo que nos ajudará a soltar as amarras. Não se trata de forma alguma de justificar, mas de aceitar. Devemos nos enxergar como seres capazes de avançar em nossa vida, de acreditar que somos fortes e temos as habilidades suficientes para enfrentarmos o dia a dia. Merecemos ser felizes, e a fragilidade da nossa infância é um motivador para alcançar a força em nossa maturidade.
2. Estratégias de solução de problemas
Nosso cotidiano vai nos trair, sem dúvida. Situações nas quais sempre vão emergir as lembranças, onde a insegurança nos fará crer que não somos capazes de enfrentar algo. Daí surge a necessidade de aprender técnicas de solução de problemas, saber definir prioridades, estabelecer metas, aprender habilidades de comunicação, de assertividade…
3. Construa a sua autoestima
Aprenda a se valorizar, a ter em consideração seu potencial e suas habilidades. Você é capaz de muito mais coisas do que, seguramente, acredita ser. E a última coisa que você deverá fazer é se comparar com os outros, ou dizer a si mesmo que não é capaz.

Você deve se levantar a cada dia com a segurança suficiente para enfrentar as dificuldades que possam se apresentar. Se confia em você mesmo, se tem o seu autoconceito bem estabelecido, seus valores e suas metas, não deixe que a insegurança lhe atrapalhe.

Você foi vulnerável no passado, mas com a fragilidade pode-se aprender muitas coisas, entender seus limites e se armar com a couraça da força para fazer frente à vida.
Porque, lembre-se, uma infância infeliz não determina uma vida. Depende de você e todos nós merecemos ser felizes.

(Texto reproduzido do site: A mente é maravilhosa)

Entrevista com Patrice Benini, um dos criadores da Microfisioterapia.

12039265_1671606349741256_5507672529213299268_n

(Tradução de Fresia Sá e Sergio Bastos Jr.)

“Os que descobrem o tecido mole avançam”. Esta sentença pronunciada por Albert Benichou (pai da osteopatia na França), no final dos anos 70, é provavelmente o que levou Patrice Benini a desenvolver a microfisiotetrapia. Homem, instalado desde 1972 em Montigny-lès-Metz, conta a história para os curiosos.

HISTÓRIA

Desde o momento que começou a praticar a fisioterapia e a osteopatia, Patrice Benini registrava cuidadosamente os achados dos atendimentos realizados. “Eu anotava todos os bloqueios que encontrava nos pacientes”. E então Benini, juntamente com Daniel Grosjean, começou a pesquisar o famoso tecido mole chave “O princípio é simples:”
“Toda quinta-feira à tarde, nós atendíamos pacientes à quatro mãos”. Foi uma pesquisa intensiva para compreender a interação dos músculos. “Quando começamos os experimentos procurávamos entender os músculos na vida de uma maneira como nunca foi feita antes”. Os dois fisioterapeutas também se serviram da embriologia para os seus estudos e ensaios clínicos. “Esta é uma disciplina científica que ainda não havia sido usado para este tipo de estudo”, insiste Patrice Benini.

UM CORPO

As pesquisas progrediram lentamente, afirma Benini. A abordagem do corpo, escolhida por eles no entanto, é radicalmente diferente em todo o processo. “Tudo está conectado”, diz Patrice Benini. “O músculo, a filogênese do sistema nervoso e a emoção. Assim, partiu-se do principio que o corpo pode se adaptar, defender e se reparar em caso de agressão. Mas, as vezes, o organismo não consegue, então nestas situações a vitalidade do tecido corporal pode ser prejudicada. Então a minha ação consiste em destravar, estimulando os mecanismos de auto-correção para evitar a degradação dos tecido e assim restaurar suas funções.”

RECONHECIMENTO

Os dois fisioterapeutas não se contentaram em limitar as pesquisa a seus consultórios. “Realizamos um experimento no departamento de gastroenterologia do Prof. Carayon no Hospital Universitário de Besançon. Uma avaliação de caráter duplo cego, avaliando a eficácia da microfisioterapia sobre a síndrome do intestino irritável”. Os resultados foram convincentes, 74% de reabilitação do funcionamento normal do intestino nos pacientes tratados com a microfisioterapia. A Microfisioterapia nasce portanto em 1983. “Eles, então, nos pediram para publicar, para praticar, treinar. ”

TREINAMENTO

“Os profissionais praticantes se distribuem entre os fisioterapeutas (90%,) e alguns médicos veterinários. (2%)”. Patrice Benini sempre tem muito prazer de percorrer o mundo ensinando esta técnica. E aos 67, ele não se cansa. “Na França, já ensinamos 6000 fisioterapeutas, 600 adotaram integralmente essa prática em seus atendimentos.

Texto publicado em
pelo site: http://www.republicain-lorrain.fr/…/montigny-les-metz-berce…

Obesidade, compulsão, cérebro condicionado: a Microfisioterapia pode ajudar.

12141592_1674796319422259_4063028529393482339_n

Doença do mundo moderno, a obesidade atinge números alarmantes. É cada vez maior o número de pessoas, adultos e crianças, acima do peso. Come-se demais, a qualidade dos alimentos escolhida é ruim, há dificuldade em perder o peso. Há quem chame a doença “obesidade” de epidemia.

Mas por que será que ela é tão presente hoje? Precisamos voltar no tempo para entender essa compulsão. Lá atrás, nossos antepassados não tinham alimento em abundância, ao contrário, era difícil encontrá-los. Também não havia meios de guardar, como a geladeira, então, não havia estoque de comida.

Essa escassez gerou um cérebro condicionado para a ausência de alimento. Então, quando encontra comida (que hoje não falta!), ele manda informações para que o corpo acumule energia já que pode faltar alimento.


Pode parecer estranho que algo que aconteceu há milhares de anos tenha influencia no século XXI. Mas isso é fato. Somado a isso, há gerações mais recentes que enfrentaram tempos de penúria. Muitos de nós temos avós e bisavós que enfrentaram dificuldades, essa herança genética reforça ainda mais o cérebro a entender que pode faltar comida a qualquer momento.


A microfisioterapia é um método que pode ajudar pessoas obesas a reverter essa realidade. A técnica encontra essas marcas, que ficam como memórias armazenadas nas nossas células, e faz uma reprogramação, mostrando que o problema já não é mais uma realidade. Precisamos desprogramar nosso cérebro de situações que trazem prejuízos para a nossa saúde.

(Texto: Instituto Salgado de Saúde Integral)

|Dra Luciane Ferreira – Crefito8/49151-F)